Capital estrangeiro na Saúde

Aprovada em janeiro de 2015 (alterada lei 8.080/90 art. 23), a emenda que permite investimentos estrangeiros na Saúde brasileira cria a expectativa de melhora no setor para os pacientes, assim como para a governança empresarial e e adoção de novas tecnologias.

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Levando em conta que 10,2% do PIB brasileiro é representado pelo setor de saúde e que este está crescendo, pode-se esperar grandes oportunidades advindas de investimentos estrangeiros.

Veja o cenário da saúde brasileira antes da aprovação da emenda:

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Em meio a este cenário, hospitais não têm conseguido suprir a demanda dos usuários devido a fatores como: aumento da população idosa, taxas crescentes de ocupação de hospitais, períodos mais longos de internação de estadia e aumento da incidência de doenças crônicas. O Brasil possui um total de 450 mil leitos hospitalares, dos quais 64% são privados e 36% são públicos.

Ambos os setores, privado e público, têm interesse em ampliar a colaboração através de PPPs (Parcerias Público-Privadas). Com a nova mudança regulatória, prospecta-se oportunidades de investimento inéditas no setor de saúde na abordagem das consolidações, no fornecimento de tecnologias e serviços médicos avançados. Os planos de saúde já estão presenciando as mudanças da emenda através da aquisição de empresas como a Amil pela americana United Health e da Intermédica pela Bain Capital.

A partir desses questionamentos sobre o futuro da saúde, uma pesquisa eletrônica elaborada pela KPMG, realizada em janeiro de 2015, coletou a resposta de executivos da saúde, investidores em saúde e autoridades governamentais mostrando a visão dos entrevistados em relação ao impactos da liberação de investimento de capital estrangeiro na saúde:

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FONTE: Saúde Business

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