Educação física e Nutrição: entenda a relação entre as áreas

Algumas profissões se completam de forma tão precisa que parece que foram criadas para isso. É o caso da Educação Física e da Nutrição — uma especializada na dinâmica do corpo, e a outra nos seus aspectos nutricionais.

De fato, há muitas situações e circunstâncias em que esses profissionais com formações diferentes — mas complementares — devem atuar conjuntamente. É uma sociedade que tem tudo para dar certo. E tem dado!

Na prática do dia a dia, sabe-se que é assim. Em determinados momentos da orientação desportiva (Educação Física), por exemplo, é necessária a prescrição de suplementos ou a definição de uma dieta mais específica (Nutrição).

Nessas horas, as atribuições se somam e os profissionais atuam um complementando a alçada do outro. Aliás, a busca constante por um bom condicionamento físico e uma alimentação saudável requer essas duas frentes — a atividade física e a nutrição — operando juntas para que os fins sejam alcançados.

A Saúde como área interdisciplinar
Por sua própria natureza, a saúde humana é uma área complexa e ampla, uma vez que envolve um grande número de variáveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o conceito de saúde envolve estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade.
E essa concepção ampliada exigiu novas abordagens, fosse para produção de conhecimento ou para o exercício das efetivas práticas na Saúde. Portanto, para atendar a uma concepção dessa magnitude, o segmento da Saúde se tornou uma área amplamente interdisciplinar.

Nesse sentido, a interdisciplinaridade é um resultado mediador que une diferentes disciplinas, sem as reduzir a um denominador comum. Ela é um princípio que enlaça na atuação conjunta duas formações diferenciadas.

Assim, o engenheiro sanitarista e o médico, por exemplo se cruzam em vários trechos desse caminho. Do mesmo modo, o enfermeiro e o farmacêutico, assim como o profissional de Educação Física e o nutricionista, entre outros.

Poderiam, ainda, ser citados o psicólogo, o fisioterapeuta, o dentista, o assistente social — enfim, todos participantes da intrincada interdisciplinaridade da Saúde.

Mas, dentre todas as atividades profissionais da área da saúde, a dobradinha Educação Física e Nutrição é campeã. Essas, ninguém separa. Há, inclusive, tentativas de uni-las em definitivo.

Mas, para o usuário, aluno ou paciente, o melhor mesmo é poder dispor de cada um atuando na sua própria área, ainda que complementando as atribuições do outro.

Até porque a hegemonia de uma ou outra acabou dando espaço para uma articulação cooperativa de ambas, sobretudo por não envolver reserva de mercado em seu universo de atuação.

Por fim, vale ressaltar que a interdisciplinaridade na Saúde — que tão bem se consolida na relação entre Educação Física e Nutrição — se reporta a certos pressupostos básicos que garantem o seu sucesso. São eles:

  • respeito à ciência do outro;
  • respeito à competência do outro;
  • compromisso com o resultado para o aluno ou paciente;
  • ética profissional;
  • empatia nas relações.

O reflexo da Educação Física no corpo humano
Grosso modo, enquanto atividade profissional, a Educação Física é definida como um conjunto de atividades físicas planejadas e estruturadas, que estuda e explora a capacidade física e a aplicação do movimento humano. Seu objetivo, portanto, é promover a melhoria do condicionamento físico, assim como da saúde, por meio de atividades corporais e de exercícios físicos.

Por referência conceitual, a Educação Física visa um cuidado com o corpo de modo que ele se mantenha saudável e capaz de realizar propriamente as atividades da vida. E também o prepara, já em um nível mais específico, para desempenhar satisfatoriamente outras atividades, como as esportivas.

Nesse contexto, cada esporte requer o aprimoramento do corpo em um conjunto de aspectos que lhe são próprios.

Logo, a atividade física bem orientada se reflete não apenas no corpo humano, propriamente, mas no bem-estar psicológico do praticante. Já é por demais conhecido o benéfico efeito da liberação de endorfinas no cérebro, por exemplo, durante uma simples caminhada.

Por outro lado, a partir do momento em que os padrões de beleza corporal tornam-se referência na sociedade e a mídia reage exigindo a adoção desses padrões, o trabalho do profissional de Educação Física se altera.

Agora, ele é requisitado não tanto para a promoção da saúde e da capacitação do corpo, mas para ajudar a impor a estética visual vigente. Como diz Vitor Jatobá, no artigo “Relações entre mídia e Educação Física“, “Nós cuidamos do corpo, temos como objetivo fazer com que o corpo seja saudável, mas não é essa ideia ou ideal que reina na sociedade. (…) Em muitos dos casos, a saúde é comprometida para se atingir a beleza tão sonhada”.
De qualquer modo, o trabalho do educador físico se reflete no corpo humano como resultado de sua aplicação: seja para a melhoria do condicionamento físico e da saúde ou para a aparência que atenda aos padrões midiáticos impostos. São diferentes frentes de atuação.

Os dois caminhos, no entanto, apresentam demanda comercial considerável, com mercado crescente — o que também faz crescer a oferta.

A necessidade de um acompanhamento nutricional
Tanto o condicionamento físico salutar como o ajustamento aos padrões estéticos visuais requerem um adequado suporte nutricional, ou não serão consolidados da melhor forma. A simples prática de atividades físicas altera as demandas nutricionais, logo, a adequação da dieta do praticante se torna imprescindível.

Qualquer que seja o objetivo ao trabalhar o corpo, o melhor funcionamento do organismo exige o suprimento mínimo necessário de alimento e água para que as respostas possam ser construídas.

Diante disso, a prerrogativa do profissional de Nutrição é justamente a análise da condição imposta ao corpo e do suprimento necessário de suas necessidades para sua condução mais próxima à concepção saudável.

Em resumo, não importa o que você pretenda fazer com seu corpo. Para alcançar bons resultados, ele precisa estar bem nutrido. E, para garantir que isso ocorra, é fundamental um acompanhamento nutricional que proponha a dieta mais adequada e promova os ajustes necessários.

Água, carboidratos, proteínas, minerais, gorduras, fibras, vitaminas. Todo esse complexo universo nutricional precisa ser avaliado em função da natureza do indivíduo e da atividade física que será realizada.

Desse modo, o profissional de Nutrição atua com foco no trabalho a ser desenvolvido e nos objetivos pretendidos. A meta é garantir que os nutrientes necessários para um resultado saudável, na forma e no conteúdo, sejam adequadamente fornecidos ao corpo.

Uma pesquisa conduzida no ano de 2008, na cidade de São Paulo – SP, observou que, embora a maioria (80,95%) de praticantes não dispusesse de acompanhamento nutricional, os entrevistados ainda declararam que

um acompanhamento com um nutricionista seria importante principalmente para a melhora (sic) de desempenho.
Nesse sentido, a atenção do profissional de Nutrição, de modo geral, deve envolver:

  • avaliação nutricional;
  • plano de ação nutricional;
  • dietoterapia;
  • educação nutricional;
  • avaliação.

Educação Física e Nutrição: áreas que andam juntas
Como podemos ver, é bastante clara a interseção existente entre a Educação Física e a Nutrição, ainda que para atender às demandas do mercado.

Mesmo nas situações em que não há limitação de atribuições profissionais exigidas, fica evidente como o conhecimento de uma pode ajudar a atividade da outra. Basta considerar a importância de uma alimentação saudável para o bom desempenho em uma atividade física, qualquer que seja.

Por conta disso, o acompanhamento de atividades físicas quase sempre envolverá igualmente as duas áreas. E isso vale tanto para desportistas com metas profissionais como para pacientes em situação de sobrepeso, que pretendem adotar um modo de vida mais saudável.

Vemos que o desenvolvimento de massa muscular, por exemplo, requer uma alimentação específica e adequada para esse aluno ou paciente. Já uma dieta orientada para redução de peso, por sua vez, precisa de atividades físicas para consumar o objetivo de modo eficaz e saudável.

A alimentação bem orientada à luz da Nutrição, portanto, é essencial para quem se dedica a uma atividade física, quer um corpo bonito ou se esforça para adequar seu condicionamento.

Considere que, em um trabalho de perda de peso, por exemplo, a reeducação alimentar representa a maior parte do esforço, e o restante cabe às atividades físicas implementadas.

Do mesmo modo, o desempenho de um atleta envolve maior dedicação ao treinamento, e o restante é devido à alimentação adequada.

Seja como for, as atividades físicas, associadas a uma alimentação balanceada, podem conduzir a resultados maravilhosos, atendendo mesmo às expectativas de uma estética saudável.

Logo, o aproveitamento máximo que se pode obter em uma academia ou treino esportivo, por exemplo, dependerá da existência de um plano alimentar com foco no organismo daquele praticante. Afinal, as identidades fisiológicas são próprias de cada um.

A título de curiosidade: justamente pela proximidade das atividades dos profissionais de Nutrição e de Educação Física, está em tramitação final no Senado Federal o Projeto de Lei N. 112/2012, que permite deduzir do imposto de renda devido às despesas realizadas com os serviços desses dois profissionais.

Os resultados diferenciados obtidos pelo aluno ou paciente
Tomando como referência alguém que adota atividades físicas rotineiras ou pratica um determinado esporte costumeiramente, é possível visualizar a importância dos resultados da atuação profissional conjunta de um nutricionista e um professor de Educação Física.

Em primeiro lugar, a adequada nutrição desse praticante permite evitar a fadiga, melhorar o seu tempo de recuperação, repor os estoques de energia e garantir o adequado abastecimento hídrico, dentre outras vantagens.

Aliás, não é sem razão que academias com postura e abordagem mais profissionais têm o seu próprio nutricionista. Ou, então, trabalham em parceria com um para consolidação dos resultados pretendidos.

Do mesmo modo, os consultórios de nutricionistas comprometidos com a atividade que abraçaram invariavelmente detêm parceiros da Educação Física para o suporte ao condicionamento físico necessário.

O ideal, no entanto, é que essas demandas possam ser atendidas por uma mesma equipe local e multidisciplinar. Trata-se de um atendimento completo, com prescrição e acompanhamento, cujos ajustes no tratamento são muito mais fáceis de se efetivar.

Isso porque a análise conjunta e interdisciplinar da realidade do paciente ou aluno oferece resultados bem melhores do que abordagens isoladas, levadas posteriormente para a apreciação por outro profissional.

Assim, se fortalece o profissionalismo da empresa, clínica ou instituição e, ao mesmo tempo, proporciona mais segurança ao usuário dos serviços.

Ainda assim, o diferencial nos resultados, para que sejam alcançados, requer um trabalho totalmente personalizado, voltado exclusivamente para o aluno ou paciente. Atualmente, esse já é um aspecto que caracteriza um atendimento diferenciado, e que vem fidelizando seus usuários.

A necessidade de criar parcerias profissionais
Já se sabe que a escolha dos alimentos e o momento certo de consumi-los interferem diretamente nos resultados obtidos.

Pesquisas realizadas há 11 anos, junto às academias de condicionamento físico de Brasília, já apontavam que 57,7% desses estabelecimentos possuíam um nutricionista. Por outro lado, entre os demais, 81,8% gostariam de dispor desse profissional atuando diretamente junto aos seus alunos.

Logo, a parceria entre profissionais de Nutrição e de Educação Física já não é mais uma questão de conveniência ou de circunstância, mas uma necessidade para um serviço de excelência. O próprio sucesso das empreitadas de condicionamento físico, emagrecimento ou esporte profissional requer essa parceria.

E essa concepção é tão forte que foi percebida e motivou um trabalho no âmbito da Saúde Pública, no Município de São Paulo, intitulado “Educação Nutricional e Atividade Física: parceria ideal para a promoção de hábitos saudáveis e tratamento da obesidade infantil”.

A iniciativa foi de uma Unida Básica de Saúde (UBS), considerando a grande prevalência de excesso de peso, sobretudo entre crianças da área de abrangência da UBS.

O trabalho constou de avaliação nutricional, reeducação alimentar, atividades físicas e grupos de discussão — tudo acompanhado por nutricionistas e professores de Educação Física.

Os resultados foram tão bons que o trabalho foi selecionado e apresentado na IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família.

O diferencial competitivo da multidisciplinaridade
Antes de qualquer outra consideração, a multidisciplinaridade é a convergência e a união de diversos conhecimentos e experiências em torno de um mesmo objetivo. A multidisciplinaridade nos serviços de Educação Física e Nutrição, por essa razão, é sempre um diferencial competitivo.

O estabelecimento, a instituição ou a clínica que oferece a visão multidisciplinar nas suas abordagens, permite maior alcance da avaliação da condição do aluno ou paciente. Ao mesmo tempo, permite prescrições mais precisas e condizentes com a realidade do usuário de seus serviços.

Vejamos, por exemplo, o caso de um paciente que está em busca de tratamento para sua condição de obesidade.

Ao ser avaliado por um nutricionista que lhe prescreverá as restrições alimentares e a respectiva dieta, ele se sentirá muito mais seguro e confiante se, na sequência, souber que vai passar pela avaliação do profissional de Educação Física.

Esse, por sua vez, prescreverá os exercícios e as atividades que o paciente deverá adotar. E o mesmo se dá com os respectivos acompanhamentos, ajustes e posteriores avaliações do tratamento.

Desse modo, a abordagem multidisciplinar, enfocando as diversas variáveis envolvidas, permite que se conduzam tratamentos e acompanhamentos muito mais eficazes.

Tal troca de ideias, de conhecimento e de experiências entre os profissionais concorre para uma ação terapêutica e clínica unificada, objetivando uma qualidade de vida melhor para o paciente.

A demanda por profissionais qualificados
De fato, o mercado de trabalho para o Nutricionista é amplo, e vem crescendo. Hoje, as demandas por esse profissional se diversificaram, e requerem cada vez mais frentes diferenciadas. Portanto, há a necessidade de uma constante busca por atualização após a graduação universitária.

Atualmente, o Brasil abriga cerca de 110 mil Nutricionistas. E um terço desse total atua somente em São Paulo e no Mato Grosso do Sul. Nesse universo competitivo, para se destacar os profissionais devem se manter em processo de atualização permanente, a fim de construírem o seu diferencial.

Além disso, devem prestar atenção aos movimentos do mercado, que se especializa a cada dia criando novas oportunidades, mas requerendo profissionais devidamente qualificados.

Nesse sentido, as principais áreas em que o Nutricionista encontrará um mercado dinâmico e para o qual deverá avançar sempre em sua qualificação são:

  • nutrição clínica;
  • nutrição esportiva;
  • nutrição hospitalar;
  • consultoria nutricional;
  • saúde coletiva;
  • alimentação coletiva;
  • indústria de alimentos;
  • universo acadêmico (docência, pesquisas etc.).

Para o profissional de Educação Física, o mercado de trabalho também é muito amplo e a demanda vem crescendo rapidamente — acompanhando, principalmente, o mercado fitness.

Como vimos, a busca por um corpo bonito e a maior preocupação com a qualidade de vida incrementam o mercado há alguns anos. Nos segmentos de ginástica, natação e hidroginástica, que exigem maior participação física do profissional, há ainda maior demanda e, atualmente, faltam profissionais disponíveis no mercado.

As academias de condicionamento físico apresentam grande crescimento, com a criação de diversas franquias. No entanto, observa-se nessas empresas ainda a utilização de muitos estagiários no lugar do profissional formado.

Como esse segmento está dominando o mercado, e as melhores ofertas consideram outros aspectos como a capacidade de relacionamento, liderança e comportamento, recomenda-se ao profissional que se mantenha atualizado também nas áreas de gestão de pessoas, liderança, gestão de negócios, entre outras.

O futuro dos profissionais de Nutrição e de Educação Física
A Nutrição é mesmo uma profissão do presente e do futuro. Nunca se pensou tanto em qualidade da alimentação como se faz hoje.

Os próximos anos, no entanto, requerem maior especialização, mestrados e doutorados para a adequada formação dos novos profissionais. Afinal, ainda há carência desses especialistas.

Além disso, a capacidade de interação multidisciplinar fará grande diferença na colocação do profissional de Nutrição, assim como a informatização cada vez maior da profissão.

Cada vez mais, o nutricionista é — e deverá ser — o profissional empenhado em conquistar formas de garantir tanto a sobrevivência como a longevidade do ser humano.

Por sua vez, os próximos anos devem trazer muitas mudanças no segmento da Educação Física. E muito desse processo dependerá dos próprios profissionais e de suas posturas diante do comportamento do mercado.

Existem necessidades de mudança desde a formação acadêmica, na qual ainda impera como eixo central a operacionalização das atividades.

Hoje, há necessidade de capacitar os alunos, ainda na universidade, para as alternativas de mercado, uma vez que os profissionais não mais se limitam a serem professores de colégio. Há um mundo empresarial à sua espera, e eles estão totalmente despreparados para isso.

Existem demandas por comportamento e postura mais profissionais (o cumprimento de prazos e horários, a entrega do combinado etc.). Por outro lado, muitos empresários, para reduzir custos, não sentem muita diferença em contratar estagiários para substituir esses profissionais.

Ainda, outro aspecto importantíssimo a valorizar no profissional é sua capacidade de atuar em condições multidisciplinares junto a outras categorias, como nutricionistas, médicos, psicólogos etc.

Enfim, com o crescimento acelerado da população de idosos ativos, assim como da ampla difusão por toda a sociedade do esforço por melhor qualidade de vida, há um futuro promissor para o profissional de Educação Física.

Conclusão
Como vimos até aqui, os profissionais de Educação Física e Nutrição possuem formações e carreiras diferentes, mas que se cruzam em vários momentos.

Os praticantes de atividades físicas, os desportistas, os necessitados de controlar o próprio peso, os adeptos do corpo escultural e aqueles que simplesmente desejam manter a boa forma são todos usuários comuns dos serviços daqueles profissionais.

E, nesses casos, embora com nichos de mercado comuns, cada um detém a sua arte e a sua ciência, que não devem ser preteridas pelos alunos ou pacientes de um e de outro.

Do contrário, submetem-se a não alcançar efetivo resultado nos serviços que contrataram. Há espaço para ambos — e ele ainda pode ser ampliado. O mercado é crescente, mas requer dedicação e aprimoramento.

Nesse sentido, é necessária, principalmente, uma permanente atualização, por meio de cursos de extensão, especialização, mestrado e doutorado. Bem como formação em gestão de pessoas e negócios, liderança e relacionamentos.

Em outras palavras, é preciso que cada um apresente o seu diferencial para se destacar e garantir mais espaço.

De fato, o futuro reserva para a Educação Física e a Nutrição um bom lugar, mas para tanto requer algum trabalho das respectivas categorias para sua garantia. Lembre-se: a valorização profissional só ocorrerá quando os profissionais oferecerem algo, de fato, mais valioso.

Fonte: I de Recursos