Quiropraxia: técnica melhora a qualidade de vida e evita lesões

A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade e protege a medula e o sistema nervoso.

Para conseguir os resultados requeridos em uma prova, é necessário que todas as funções do corpo humano estejam funcionando corretamente, principalmente o sistema nervoso. Porém, a má postura e o excesso de atividades físicas podem fazer a coluna vertebral desalinhar, impedindo que os impulsos nervosos cheguem corretamente no cérebro.
É neste momento em que o papel do quiropata (ou quiropraxista) ganha forças na vida dos corredores. “A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade, protege a medula e o sistema nervoso. Se a coluna está desalinhada, ela impede que a medula consiga defender as raízes nervosas como uma coluna alinhada faz. Por conta dessas alterações que são feitas na coluna, o corpo inteiro sofre”, conta o quiropata Jason Gilbert.
O primeiro passo que o corredor deve se preocupar é fazer exames para garantir que seu peso esteja distribuído por igual enquanto corre. Caso isso não esteja ocorrendo, é normal sentir dores nas costas de um lado só do corpo.
Em provas – De acordo com Gilbert, analisar o alinhamento da coluna também é essencial para melhorar o rendimento de atletas na prova. “Se o sistema nervoso não está recebendo os impulsos da coluna direito, os músculos também não vão atuar com 100% de seu desempenho. O quiropata devolve e mantém as funções normais da coluna vertebral e das articulações do corpo”, explica.
Para os atletas que não carregam lesões, o profissional também alerta que a medicina alternativa ajuda como um profilático. “As sessões ajudam a prevenir as lesões. Quando o cérebro não consegue identificar os impulsos de maneira correta faz com que o atleta acabe forçando os músculos, causando micro-lesões”, conta.

Coluna desalinhada interrompe interpretações do sistema nervoso.

Coluna desalinhada interrompe interpretações do sistema nervoso.

Aos corredores que se recuperam dos traumas, a quiropraxia pode servir como um catalisador. “Normalmente os atletas se recuperam mais rápido. Não usamos a cirurgia nem remédios, pois acreditamos que o corpo é capaz de se restabelecer sozinho, só precisamos tratar os bloqueios”, relata.
Sem remédios – Segundo Gilbert, tomar remédios analgésicos ou antiinflamatórios só mascaram a dor. “Por exemplo, se um atleta está com dor e toma um analgésico a sua dor será reduzida, mas nem ele nem o médico nunca saberão a razão da dor. O corpo faz um músculo ou uma parte do corpo humano doer porque algo de errado está acontecendo. Nós não ignoramos isso e tratamos o foco da dor”, afirma.
Riscos – Ao escolher um quiropata, é preciso garantir que ele seja um profissional. “Caso o atleta vá em um quiropata com pouca experiência, provavelmente a sua lesão será agravada. Isso talvez não ocorra no momento em que ele sair do consultório, mas pode acontecer em um futuro próximo”, conclui.

FONTE: Webrun

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